sexta-feira, 27 de Novembro de 2009
Falta Pouco Para a Habitual Invasão aos Viscondes
Para o jogo no Estádio de Alvalade são esperados 40 a 45.000 espectadores, a maioria afectos ao Sporting, mas as claques do Benfica terão um acompanhamento especial numa "caixa de segurança" que sairá do Estádio da Luz.
O acompanhamento de cerca de 1200 adeptos "encarnados" será feito de forma controlada pela PSP ao longo do percurso até ao Estádio de Alvalade, naquele que é sempre um dos momentos mais delicados em questões de segurança.
"Todo o trajecto estará 'saturado' de polícias. Vamos ter os considerados necessários e suficientes para fazer o serviço (controlo da caixa de segurança)", disse o subintendente, não especificando o número de efectivos adstritos às claques.
Costa Ramos explicou que provavelmente haverá alguns condicionamentos ao trânsito na saída das claques da Luz e algum reforço policial na sua aproximação ao estádio dos "leões", onde entrarão pela porta 1.
Nessa fase, de acordo com o subintendente, os adeptos do Sporting "serão desviados para as portas 3 e 4".
Invasão ao WC: Vitórias no Lumiar - 02/03
Duas batatinhas sem resposta no adeus aquele recinto feio em Dezembro de 2002 com golos de Tiago e Zahovic.
Só uma vez nos últimos 20 anos Benfica e Sporting estiveram mais distantes antes do "derby"
A 5 de Maio de 1991, o Benfica de Sven-Goran Eriksson recebeu o Sporting no Estádio da Luz em jogo a contar para a ronda 35 com a maior vantagem das últimas duas décadas. Numa época em que a vitória ainda valia dois pontos (passou a valer três pontos a partir de 1995/96) e o campeonato tinha 20 equipas (agora tem 16), os "encarnados" sagraram-se campeões, enquanto o Sporting se ficou pelo terceiro lugar, a 13 pontos do primeiro.
Passados 18 anos, o cenário volta a ser muito vantajoso para os benfiquistas, que estão no topo da classificação, em igualdade pontual com o Sp. Braga, tendo apenas perdido cinco pontos (empate com o Marítimo e derrota em Braga), enquanto os "leões" conquistaram menos de metade (14) dos pontos possíveis (30) neste primeiro terço de época.
A diferença de 11 pontos que se regista agora antes de um derby só se verificou por mais duas vezes nos últimos 20 anos: em 1999/00, antes da 33.ª jornada (Sporting 74 pontos, Benfica 63), sendo que o Sporting viria a ser campeão (treinado primeiro por Materazzi, depois por Augusto Inácio) e acabando com o jejum de 18 anos; em 2001/2002, antes da 32.ª jornada, (Sporting 70, Benfica 59), de novo com os "leões", agora orientados por Laszlo Bölöni e alimentados pelos golos de Jardel, a conquistarem o título.
A situação mais comum é Sporting e Benfica estarem relativamente perto um do outro quando se defrontam, ou mesmo em igualdade pontual. Esta situação aconteceu por seis vezes, com um exemplo que se destaca dos outros. Em 2004/05, os dois estavam empatados à 33.ª jornada (61 pontos), com o Sporting de José Peseiro a jogar com o Benfica de Trapattoni. O Sporting era líder no desempate e tinha dali a poucos dias a final da Taça UEFA, no seu estádio, com o CSKA de Moscovo. Num lance que seria muito discutido, Luisão salta juntamente com o guarda-redes Ricardo, após livre de Petit e a bola entra na baliza dando a vitória aos "encarnados" e o impulso final para a conquista do título nesse ano.
quinta-feira, 26 de Novembro de 2009
Invasão ao WC: Vitórias no Lumiar - 99/00 (dedicado ao Palhaço Proença)
No campeonato o jogo memorável aconteceu em Alvalade (obviamente). Enke defendeu tudo o que havia para defender. Recorde-se que este era o tal jogo que os nossos rivais apelidaram de jogo dos cabeçudos já que se preparavam para serem , finalmente, campeões à nossa conta.
Enke não gostou da imagem de cabeçudo e recusou-lhes o golo. Sabry, entrou e devolveu-lhes o rótulo que perdurará no tempo. Cabeçudos! Muito à conta de Enke!
Como particularidade recorde-se que o árbitro Lucílio Baptista marcou uma dezenas de livres frontais a ver se André Cruz lá metia a batata dos Cabeçudos. Mas nem assim!
Sabry inchou aquelas cabeçorras todas como nunca:
Vais ter que te esforçar bem, Proença. Como só tu sabes.
Palavra de CarDeuzo!
COMO foi estar de fora nos últimos dois jogos do Benfica, frente a Naval, para a Liga, e V. Guimarães, para a Taça?
— Sofri muito. Custa muito estar de fora. Ainda por cima perdemos o segundo jogo, com o V. Guimarães... É duro não poder ajudar os meus companheiros.
— A equipa só conseguiu marcar um golo à Naval, nos últimos minutos, e ficou em branco com o V. Guimarães, sendo eliminada da Taça. É a prova de que você é imprescindível?
— Não, não... A equipa jogou muito bem nos dois jogos. Contra a Naval, o Benfica fez mesmo um jogaço e só não ganhou por maior vantagem porque não aproveitou as várias oportunidades criadas. E contra o V. Guimarães foi a mesma coisa: várias ocasiões para marcar, mas por algum motivo a bola não entrou e perdemos.
— Faz sábado 23 dias que não joga nem marca pelo Benfica. A última vez foi em Goodison Park, com o Everton. Está muito ansioso pelo regresso aos relvados e aos golos?
— Quero jogar sempre. Como já disse, sofri muito nos últimos dois jogos, mas esta semana, felizmente, já posso jogar novamente e oxalá tenha a oportunidade de retomar o que estava a fazer antes da suspensão.
— Está com fé que vai marcar ao Sporting?
— Não sei, darei o meu melhor. Primeiro tenho de pensar no Benfica e só depois em mim. Acima de tudo queremos ganhar como equipa e tudo faremos nesse sentido.
— Mas está com saudades dos golos?
— Sim, é normal. Quero marcar sempre que jogo pelo Benfica. Se as oportunidades surgirem, vou tentar aproveitá-las ao máximo.
— Nos dois últimos jogos para a Liga em Alvalade você marcou mas o Benfica não ganhou. Desta vez a história será diferente?
— Deus queira que sim porque estamos necessitados dos três pontos e vamos entrar para ganhar, como em todos os jogos. Vai ser um jogo muito duro porque o Sporting tem jogadores muito bons e também precisa muito dos três pontos. Vai ser bonito.
«Não há favorito
é vida ou morte»
— O Sporting tem o orgulho ferido e tenta iniciar uma nova etapa, com um novo treinador; o Benfica tem 11 pontos de avanço e tenta chegar ao primeiro lugar. Quem é favorito, quem tem mais responsabilidade e pressão?
— Não há favorito, estes jogos são de vida ou morte. Os clássicos são encontros muito diferentes dos outros. Só pensamos em fazer o melhor, tal como o adversário, e será difícil para ambas as equipas. Ganhará quem souber fazer melhor as coisas.
— Vencer em Alvalade pode ser fundamental na corrida para o título?
— Sem dúvida. Para nós seria um grande passo. Oxalá que consigamos conquistar os três pontos e continuar na frente.
— O Sporting ainda pode ser considerado candidato ao título ou a luta está resumida a Benfica, Sp. Braga e FC Porto?
— O Sporting ainda tem possibilidades porque falta muito para terminar o campeonato. O Sp. Braga tem sido a grande surpresa porque quase não tem perdido pontos. Da nossa parte vamos tentar ganhar todos os jogos que temos pela frente.
— Acredita que este pode ser o ano do Benfica?
— Não sei. Estamos a fazer bem as coisas e estamos no bom caminho.
«Troco bola de prata pelo título nacional»
— Haverá um duelo particular de goleadores com Liedson, dentro do próprio derby?
— Não, nada disso. Quero é vencer, não importa quem marca. Pode ser o Saviola, o David Luiz ou o guarda-redes.
— Claro que o colectivo é sempre o mais importante, mas tem também aspirações a troféus pessoais como a Bola de Prata ou a Bota de Ouro?
— Penso um pouco nisso, mas não em demasia. Estou mais concentrado no colectivo, como é óbvio. Trocava a Bola de Prata pelo título de campeão.
— Já se sente um goleador de eleição ou acha que ainda não atingiu todo o seu potencial?
— Ainda tenho muito a melhorar e é isso que procuro fazer em cada jogo, cada treino, para chegar onde quero.
— O que tem contribuído para a sua elevada veia goleadora? É só o bom momento da equipa ou você também está mais adaptado e com o faro mais apurado?
— As duas coisas. A equipa está a jogar muito bem e eu tenho tido o mérito de estar bem também. Se continuarmos assim vamos chegar longe este ano.
— Traçou alguma meta de golos para esta temporada?
— Não, mas quero fazer muitos golos e ser campeão pelo Benfica.
— Saviola tem sido um bom parceiro de ataque?
— Temos jogado muito bem, com um entendimento muito bom, e isso é importante para a equipa.
«Não podemos
agradar a todos»
— Acha que já convenceu definitivamente toda a gente, mesmo os mais cépticos em relação às suas características?
— Não. Haverá sempre gente a criticar-me, mas o futebol é assim, não podemos agradar a todos. Da minha parte procuro melhorar algumas coisas, por forma a continuar a ajudar o Benfica.
— Mas o que sente um avançado que marca tantos golos e às vezes é criticado por não ter um bom pé direito ou ser lento?
— Nada, sinceramente. Em todos os clubes de qualquer parte do mundo os jogadores estão sujeitos às críticas e lidam com elas como bem entendem.
— Como tem sido trabalhar com Jorge Jesus?
— Muito bom. É um grande profissional que chegou ao Benfica e está a mudar tudo. Isso é muito importante para o clube porque há muito tempo que o Benfica não ganhava torneios tão importantes, mesmo que não oficiais. É um grande treinador e uma grande pessoa, tal como todas as pessoas que tem junto de si.
— Os seus golos têm despertado a cobiça de vários clubes. Com uma cláusula de rescisão de 60 milhões de euros, como encara o futuro?
— Não penso muito nisso, sinceramente, porque se o fizer não vou render no Benfica, e se não render no Benfica não haverá clube que me queira. Portanto, tenho é de pensar no presente, jogar bem e fazer muitos golos. Só assim poderei ter muitas equipas interessadas.
Cardozo mostra pouca disponibilidade e vontade para abordar o delicado tema da sua suspensão por dois jogos, na sequência da ordem de expulsão recebida ao intervalo do jogo com o Sp. Braga, para a Liga, no dia 31 de Outubro de 2009, por alegada agressão a André Leone. Ainda assim, faz questão de vincar a sua inocência e contar, em breves palavras, a sua versão dos acontecimentos.
«Apenas digo que a informação colocada pelo árbitro no relatório não foi verdadeira, pois no túnel nada se passou. Fui directamente do relvado para o balneário. O árbitro terá escrito que me peguei com um jogador do Sp. Braga, perto da zona do nosso balneário, mas isso não corresponde à realidade. Tudo o que aconteceu foi o que se viu nas imagens televisivas, ainda no relvado, junto ao túnel. Fui agredido mas não agredi ninguém», conta.
quarta-feira, 25 de Novembro de 2009
Jornal O Benfica
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A História Que Pode Dar Esperança ao 8º Classificado
Quatro golos de Peyroteo, no "derby" da época 1947/48, chegaram para criar o "mito": nos confrontos entre Sporting e Benfica ganha "sempre" o que está pior.
Com a vitória por 4-1, no terreno dos "encarnados" que, a cinco jornadas do final do campeonato, lideravam com dois pontos de avanço, os "leões", comandados por Cândido de Oliveira, chegaram ao primeiro lugar e à posterior conquista do título.Antes do jogo do Campo Grande da 22.ª jornada, já na nona ronda, se tinha registado uma "surpresa", quando o Benfica, então a um ponto do Sporting, venceu no Estádio do Lumiar por 3-1. Desde o início dos campeonatos (1934/35), esta foi a primeira época em que o "grande" que estava pior venceu o "derby".
Como todas as regras, esta também tem uma excepção. O "mito" recém-criado foi quebrado dois meses depois, na meia-final da Taça de Portugal, novamente no Lumiar, onde o Sporting, já com o título de campeão, voltou a bater o Benfica por 3-0 com dois golos de Peyroteo e um de Albano.
"Desde os primórdios que há esse mito de que quem estava pior, normalmente, não perdia o 'derby', mas é um mito, pronto. Sabemos que aconteceu algumas vezes e isso foi consolidando esta ideia, mas não as suficientes para assumirmos que acontece sempre", disse à Agência Lusa o "encarnado" José Augusto que, só à sua conta, assinou sete golos, em "mais de 20 jogos", frente ao Sporting.
Uma opinião idêntica tem o "leão" Morais, para quem "a rivalidade é que manda": "O jogo e o moral melhoram quando se olha para a camisola do adversário, do rival".
"Às vezes acontecia (quem estava pior ganhar) mas, na altura, nós raramente estávamos melhor que o Benfica. Eu fiz vários "derbies" e, que me lembre, fazíamos melhores resultados na Luz, onde me lembro de ter ganho duas ou três vezes", frisou o autor do "cantinho", que valeu a única Taça das Taças conquistada por clubes portugueses.
Este "mito" só se repetiu em pleno mais três vezes, uma das quais em 1973/74, quando as "águias", sempre abaixo dos "leões" antes dos "derbies", venceram os dois encontros, primeiro na Luz (2-0) e depois em Alvalade (3-5), assegurando assim o "campeonato da segunda circular", sem "roubar" ao Sporting o título nacional.
Em 1996/97, o arranque de campeonato do Benfica, orientado pelo brasileiro Paulo Autuori, foi travado no Estádio José de Alvalade com um golo do defesa Beto, levando os "leões" à igualdade pontual com os "rivais". Na segunda volta, já sob o comando de Manuel José, as "águias", com uma desvantagem de quatro pontos, surpreenderam o Sporting com o mesmo resultado (1-0), concretizado por João Pinto.
Na última época o Benfica, do espanhol Quique Flores, somou cinco pontos em três jogos, menos quatro que os "leões", mas bateu o Sporting na Luz, à quarta jornada por 2-0, com golos do espanhol Reyes e do brasileiro Sidnei.
A desforra dos "leões" foi servida em Alvalade à 19.ª jornada, quando o Sporting estava a três pontos do Benfica, com dois golos de Liedson e um de Derlei, assegurando um triunfo (3-2) sobre os "rivais", que marcaram por Reyes e pelo paraguaio Cardozo.
Nos 150 confrontos para o campeonato, apenas em 27,3 por cento dos "derbies" - 41 jogos - a equipa pior classificada bateu o "rival", protagonizada 19 vezes pelo Sporting (11 delas como visitado) e 22 pelo Benfica (10 como visitante).
Na Taça de Portugal, o "mito" ganha um pouco mais de força, com as 16 "surpresas" concretizadas em 33 confrontos.
Sporting, oitavo classificado com 14 pontos, e Benfica, que soma 25 como o líder Sporting de Braga, disputam sábado o 151.º "derby" para o campeonato português, no Estádio José de Alvalade, em Lisboa, num encontro marcado para as 21h15.
fonte: Lusa
Yebda Prevê Vitória
Invasão ao WC: Vitórias no Lumiar - 97/98
Época 1997-1998 21/02/1998
22ª Jornada
Golos: 0-1 (Poborsky) 40 min 0-2 (Sousa) 64 min 1-2 (Leandro) 66 min 1-3 (Brian Deane) 69 min 1-4 (João Vieira Pinto) 83 min
Estrelas da nossa Formação: Rui Silva
NACIONALIDADE Portuguesa
NASCIMENTO 1993-01-11 (16 anos)

Internacional Português Sub-15, Sub-16 e Sub-17, é fã de Cristiano Ronaldo e gostaria de um dia jogar na Premier League, mais concretamente na equipa do Manchester United. Vai precisar de trabalhar muito, no entanto, para conseguir chegar á equipa principal do Benfica e depois pensar noutros voos, mas as suas qualidades técnicas estão lá. Para já, está nos Juvenis A e é treinado por Bruno Lage. Costuma envergar a camisola 7, tanto no Benfica como na Selecção, e, quer na direita ou na esquerda, o seu nome está sempre no onze inicial. Para saberem mais sobre Rui Silva, convido todos a irem ao Campo dos Pupilos do Exército vê-lo, na companhia de Diego Lopes e Sancidino Silva, os outros craques dos nossos Juvenis. Juntos, formam um trio demolidor.
Por: Batista
nunobatista7@iol.pt
terça-feira, 24 de Novembro de 2009
Invasão ao WC: Vitórias no Lumiar - 89/90
Guarda-Redes:
Silvino
Bento
Dias Graça
Defesas:
Veloso
José Carlos (ex-Portimonense)
Paulinho (ex-Estoril)
Paulo Madeira
Aldair (ex-..., Brasil)
Samuel
Ricardo Gomes
Fernando Mendes (ex-Sporting)
Álvaro
Fonseca
Médios:
Elzo
Jonas Thern (ex-..., Suécia)
Hernâni
Vítor Paneira
Abel Campos
Diamantino
Valdo
Ademir Alcântara
Chalana
Pacheco
Avançados:
Gil (ex-júnior)
César Brito
Adesvaldo Lima
Vata
Mats Magnunsson
Treinador:
Sven Goran ErikssonUm Clube de Porcaria
Ora aquele que já podemos considerar como o melhor presidente lag desde Sousa Cintra não perdeu tempo e colou-se logo ao árbitro dizendo que o entende muito bem.
Foi mais longe e resolveu confirmar que também ele era pago para limpar porcaria referindo-se aos seus 5 meses fulgurantes como presidente lag!
Ouvi estas palavras de JEB hoje de manhã na "Linha Avançada" do Zé Nunes na Antena3 e fiquei esclarecido.
Que o Sporting é porcaria já nós sabiamos, nunca tinha era ouvido da voz do presidente deles.
Temos que dar um desconto, afinal eles são diferentes com comentadores diferentes que dizem coisas como esta: "preferia que o Sporting estivesse em 9º, era sinal que o Benfica não tinha ganho à Naval..." Dr. Eduardo Barroso
Invasão ao WC: A História é Longa
Taça da Liga
Calendário da terceira fase
1ª jornada (2 e 3 de Janeiro)
Benfica-Nacional
V. Guimarães-Rio Ave
2ª jornada (13 Janeiro)
V. Guimarães-Benfica
Rio Ave-Nacional
3ª e última jornada (23 e 24 Janeiro)
Rio Ave-Benfica
Nacional-V. Guimarães
Argel em entrevista Recorda Alvalade "onde é mais fácil ganhar"

Argel fala pelos cotovelos e repete as palavras "respeito" e "fantástico" a cada resposta sobre Portugal e o Benfica. Diz já não saber se é português ou brasileiro mas assume-se benfiquista a 100 por cento. Confessa que o melhor treinador é Camacho e o melhor futebolista com quem jogou Zahovic. O esloveno, tal como ele, "era um durão". E Argel faz gala da fama que tem e sente-se orgulhoso por ter peitado Jesualdo Ferreira ou mesmo alguns companheiros de equipa. Em semana de dérbi em Alvalade, o antigo central das Antas e da Luz não quer avançar resultados mas lá vai alimentando a esperança dos encarnados: "É mais fácil ganhar lá do que em casa." E é assim, com uma vitória fora, que arranca a conversa.
Qual o dérbi em Alvalade que melhor recordação lhe traz?
Aquele do dia em que o Camacho chegou à Luz pela primeira vez. O Chalana era treinador [interino] e era um Benfica-Sporting de Braga. E depois, na semana seguinte, foi Sporting-Benfica [7 de Dezembro de 2002, Argel jogou 90 minutos] e nós ganhámos por 2-0, um golo do Zahovic e outro do Tiago já com o Camacho no banco. E nessa altura o Sporting tinha um grande time: João Pinto, Paulo Bento, Rui Bento, Jardel, Quaresma, enfim... E nós ganhámos por 2-0! Lembro-me que o príncipe das Astúrias, o Filipe, ligou ao Camacho para lhe dar os parabéns. E depois foi o próprio rei de Espanha, o Juan Carlos, a ligar ao Camacho porque tinha visto o jogo lá. Tenho grandes recordações dos jogos com o Sporting [risos]. Os meus melhores jogos com a camisola do Benfica foram contra o Sporting. Aliás, nessa vitória, fui eleito o melhor em campo!
E como era marcar o Jardel?
Ah! O Jardel era fera mas só fez um golo comigo em campo. Foi lá no Benfica-Sporting, no velhinho Estádio da Luz [15 de Dezembro de 2001, Argel jogou 90 minutos]. Estávamos a ganhar por 2-0 e o jogo acabou empatado. O Jardel atirou-se para o chão aos pés do Caneira. E o árbitro assinalou penálti vergonhosamente e ele lá bateu a falta e marcou. Ainda brinquei com ele: "Quando jogares contra mim, só marcas assim, de penálti!" Sempre foi um duelo muito legal e honesto porque o Jardel era fora de série. Conhecia-o bem, desde o tempo em que fomos campeões do mundo de juniores, à passagem pelo FC Porto, e isso facilitava o meu trabalho.
Isabel Trigo Mira, então vice-presidente do Sporting, disse que Argel insultou a Juve Leo naquele Sporting-Benfica (0-1) em 2004. É verdade?
Isso aí é conversa fiada de Isabel Trigo Mira. Disseram que tinha sido eu e Zahovic a xingar a claque do Sporting e tal, quando estávamos a aquecer [Argel entrou ao minuto 90 e ainda viu um amarelo]. Mas não se passou nada, não houve nada! É completamente falso! Compreendo que eles estavam chateados porque nós estávamos a ganhar o jogo. Aconteceu, pronto. Até me lembro de ir à TV desmentir isso tudo! O Sporting estava a perder e a claque protestou, armou confusão e invadiu o campo. Até respeito o Sporting, porque sempre tive lá amigos, como o Polga, o Rochemback e o Liedson, que tem um corpinho de alfinete mas é fera! Naturalizou-se e ainda bem para Portugal. É como diz o Mourinho: "Quando se vai ao Brasil e se dá um pontapé numa pedra, saem logo 200 jogadores de futebol debaixo dela."
Mas admite que deixou uma imagem de durão?
É, sempre fui assim. Um guerreiro, duro, forte, com uma personalidade também muito forte. Mas tenho orgulho na minha carreira. Joguei ao mais alto nível e o futebol deu-me tudo, fama, dinheiro. Tenho o meu pezinho-de-meia feito e a vida orientada. Foi um período maravilhoso. Agora quero ser treinador. Penso um dia voltar a Portugal, mas já como treinador.
Então e como foi aquela discussão com Jesualdo Ferreira?
É verdade, é verdade. Foi num jogo em que me tirou da equipa e eu lhe disse umas coisas que não devia. Mas no calor do jogo... Fui afastado do Benfica durante dez dias e o Jesualdo acabou por ser afastado da Luz após a derrota com o Gondomar para a Taça de Portugal. Veio o Chalana, que me botou a jogar contra o Sporting de Braga, e o Camacho, que me colocou contra o Sporting na mesma semana. Toda a gente dizia que a equipa do Benfica era fraca, ruim, e nós provámos que éramos bons! Tínhamos um bom cavalo, sim, o que faltava era um jockey! Um bom treinador, está entendendo? Mas depois falei com o Jesualdo e serenámos as coisas até porque a Zulmira [mulher de Jesualdo] é muito amiga da minha esposa. E sabe o que ele veio dizer sobre mim? Que eu e o Zahovic tínhamos sido os únicos jogadores que o tinham peitado! Fiquei orgulhoso por isso!
E o Argel também peitou alguns jogadores, até nos treinos, como Armando Sá, Ricardo Rocha.
Com o Rocha não tive nada não. Mas tive um forte chega para lá com o Everton. Ou será Emerson ou Emerton...
Everson, o tal que veio da Suíça.
Isso! Num treino eu dei uma chegada mais forte, ele deu outra chegada mais forte. Trocámos uns palavrões para a frente e para trás. Mas depois disso, tranquilo. É normal no futebol: quando a bola rola, não se conhece irmão.
E chegou a partir computadores na sede das Antas ou não?
Isso é muito folclore, muito folclore.
Mas não pressionou Pinto da Costa para sair do FC Porto?
Pressionei, pois. Houve de facto uma discussão feia com o Pinto da Costa. O Palmeiras queria comprar-me ao FC Porto, a pedido do Scolari que me tinha telefonado. E a Parmalat [patrocinador do Palmeiras] até queria comprar-me por valores superiores ao que eu tinha custado ao FC Porto. Só que, mesmo assim, o Pinto da Costa não queria deixar-me sair. Não aconteceu bem como contam, isso dos computadores. Exaltei-me e tal, abanei um pouco a sala, é verdade. E, no final de contas, acabou por prevalecer o que eu queria: que era sair.
Ganhou o duelo.
Claro que sim! Saí! Quando quero uma coisa não há hipótese! Vou embora e acabou! E assim foi.
E continua a ter aquele dragão tatuado nas costas?
Continuo, pois. Mas já o tinha antes de ir para o FC Porto. Eu sei que as pessoas diziam que tinha tatuado um dragão só porque tinha ido para lá, mas não! Dragão era a minha alcunha no Santos, por ser um cara duro.
Passou cá muitos anos. É mais português que brasileiro?
Olha, às vezes chego a torcer mais por Portugal do que pelo Brasil. Amo o vosso país. Espero um dia treinar a selecção portuguesa. Tenho passaporte português. Vou sempre aí, pelo menos uma vez por ano. Conversei com a malta, o Nuno [Gomes], o Moreira, o Quim, o Luisão, esses dinossauros que conquistaram o título comigo. E não deixo que falem mal de Portugal! Se vêm para cima de mim com piadas sobre portugueses eu meto à porrada, pô! [gargalhada].
E é mais benfiquista que portista?
Ué, claro que sou mais benfiquista que portista. Passei por muitos clubes mas foi no Benfica onde estive mais tempo. Não sou benfiquista desde pequenino, como se diz aí, mas é como se fosse!
E a partida que pregou ao Mantorras?
Ah!!! Foi uma bela pegadinha! Até agora, quando vou a Angola ou encontro algum angolano, toda a gente me reconhece! O Nuno [Graciano, então na TVI] telefonou-me e nós combinámos a coisa com o aval do presidente Luís Filipe Vieira. Foi o melhor apanhado, passa muito no YouTube. O Mantorras não percebeu mesmo o que se passava, estava completamente perdido com a cena dos gangsters e dos ladrões e dos tiros. Ele chegou a chorar e ficou mal, sem conseguir dormir durante dois ou três dias. O que eu gosto do Mantorras! Lembro-me dele quando chegou do Alverca. Era um monstro de talento, fortíssimo. Tinha tudo para ser dos melhores do mundo mas a lesão no joelho tramou-o.
A história da lesão de Mantorras ficou bem contada?
Não sou médico. Tenho uma grande admiração pelo dr. Bernardo Vasconcelos e pelo departamento médico do Benfica de então. Falou-se muita coisa... O Mantorras lesionou-se e pronto. Todos tentaram ajudá-lo o melhor que puderam mas há lesões no joelho que nem um milagre consegue curar. Mas o Mantorras é um menino de ouro, muito humilde e continua a ser um jogador importante. Ainda me lembro do jogo com o Boavista em que ganhámos por 4-0 e ele marcou dois! E o Benfica sempre se portou muito bem com ele: não o deixou cair, não o deixou desamparado e foi renovando-lhe o contrato. O Mantorras é filho do presidente Vieira [risos]. O Luís Filipe gosta tanto dele como de um filho.
Como reagiu à morte de Enke?
Tenho um poster dele e do Fehér no meu quarto... Foi uma coisa muito triste, cara. Não dá para entender, cara. Como é que um jogador da qualidade dele, um consagrado que jogou no Benfica, no Barcelona, que é titular da selecção alemã, consegue tomar uma atitude destas, de cometer um suicídio. Perdi dois companheiros de profissão e eu, que jogava à frente do Enke, ouvia-o a gritar connosco [silêncio]. Tinha uma grande admiração por ele, pela pessoa boa que era. Lembro-me que tinha dez cães em casa. É só para todos perceberem a pressão enorme que o futebol exerce sobre os jogadores. Alguns acabam por cometer loucuras. Só de falar no Enke começo a sentir saudades dos jogadores daí, como o Hélder, o Simão, o Zahovic, sei lá, tantos. Sou muito amigo deles.
O Hélder e o Simão que se zangaram na história da braçadeira de capitão.
É verdade! [risos] Foi em Espanha, naquele estágio. Até cheguei junto do Hélder e disse-lhe: "Pô, deixa lá o Simão ser capitão! Ele custou 15 milhões de euros ao Benfica! E você custou o quê? 200 mil?" Brincava com o Hélder com isso. Gostava de ambos. Eu, Hélder, Luisão e Ricardo Rocha éramos os quatro brothers. Torcíamos uns pelos outros. E continuo a achar que o Ricardo Rocha é um dos grandes centrais portugueses.
E José Veiga?
O José Veiga foi e continuará a ser o meu pai português. Ele tinha sido um dos maiores empresários de futebol da Europa e deixou tudo para ser director do Benfica. E o que aconteceu? O Benfica foi campeão com o Trapattoni. As pessoas vão falar deles durante muitos anos. E acredito que o Veiga vai ser presidente do Benfica. Sei que o Vieira e o Veiga não se dão bem, mas isso são outras coisas... Bom, só sei que o Veiga vai ser presidente na Luz!
Como foi jogar no Japão [Tóquio Verdy] e na China [Zhejiang Lucheng]?
Ah fantástico! Gosto especialmente do povo chinês, que está sempre em festa. É que nem o povo brasileiro: alegria, felicidade! Até gostam de caipirinha e cerveja! Como é que eu os entendia? Com um intérprete, pô!
Agora, uma pequena provocação. O seu nome, Argélico Fucks, é no mínimo invulgar e dá para fazer várias interpretações.
O quê? [silêncio seguido de gargalhada sonora] Isso tem a ver com a forma como pronunciam o meu nome. Se disser à inglesa, aí "fucks" é "foda-se"! Mas eu tenho ascendência austríaca e então o meu nome lê-se de forma diferente, com o "u" à portuguesa. Vem do alemão "fuchs" que quer dizer raposa! Entendeu? [risos] Senão é palavrão! Mas, olha, é uma coisa que para mim, meu amigo, nunca me incomodou!
segunda-feira, 23 de Novembro de 2009
Jogadores do Wigan devolvem dinheiro aos adeptos
Em jogo referente à 13.ª jornada o Wigan deslocou-se ao reduto do Tottenham e sofreu uma derrota histórica por 9-1.
«O grupo sentiu-se mal ao desapontar os adeptos. Devemos-lhe este gesto pela sua lealdade», explicou o capitão da equipa Mario Melchiot.
«Não há nada a dizer. Estamos envergonhados com o nosso desempenho. Não estávamos ao nível e queríamos», acrescentou.
Império Vermelho

A história completa do Benfica, de 1904 a 2009, é de que se trata o novo livro de João Malheiro que será lançado hoje na loja do Benfica, pelas 18h00, no Estádio da Luz.
O livro chama-se "O Império Vermelho" e no evento vão marcar presença Jorge Jesus, alguns jogadores do plantel, o presidente Luís Filipe Vieira, Rui Costa e Eusébio, entre outros.
O Fla (também) Falhou!
Numa jornada (36.ª) em que o líder São Paulo foi ao Rio de Janeiro perder 2-3 com o Botafogo, o Flamengo viveu noite de grande desilusão ao empatar, em casa, 0-0, frente ao Goiás. A dois pontos do São Paulo, o Flamengo, que há 17 anos procura o título, tinha de ganhar em casa para assumir a liderança do campeonato.
Num jogo de nervos à flor da pele, no entanto, o Fla tropeçou e conseguiu apenas aproximar-se um ponto do líder, reduzindo a desvantagem de dois para um ponto.
Quando falta disputar duas jornadas do Brasileirão, ao São Paulo basta agora conseguir dois resultados iguais ao do Flamengo, enquanto o «Mengão» precisa de vencer os seus jogos e esperar por um deslize do líder.
Benfica conquista lugar na final four
Benfica 0 - 1 Vitória
O Vitória marcou um golo segurou a vantagem e passa em frente repetindo a "graça" de há poucas épocas atrás. Desta vez venceu limpinho e por isso nada há a apontar.
Apesar de me parecer que o Benfica fez tudo para marcar golos, hoje fiquei com a impressão que a equipa não deu tudo o que tinha. Mesmo desfalcados do goleador da época na 1a parte não vi aquela raça que se vê no campeonato.
Sinal que não levaram muito a sério esta competição? Talvez.
Se me perguntarem eu prefiro sair da Taça e ser campeão do que o contrário, por isso esta derrota é chatinha mas não é nenhum drama. Não vai dar para a dobradinha então redobremos a concentração na competição principal. Hoje não tivemos sorte na finalização mas também não senti aquela pressão alta a defender, e não senti o empenho do costume em metade do jogo. Por isso fomos castigados com uma derrota caseira.
Como disse não é drama nenhum, terá sido um acidente de percurso, porque apesar da derrota não senti vontade de puxar de lenços brancos, nem entoar cânticos ofensivos para os jogadores, nem insultar o treinador, e muito menos apedrejar a Direcção.
Hoje perdemos num jogo a eliminar e é como disse: chatinho.
Ainda há poucos dias vi o Real Madrid ser eliminado a duas mãos por uma simpática equipa da 3ª divisão espanhola e o Rei não caiu do trono.
Aos jogadores só digo que por mim estão desculpados se no sábado cumprirem a vossa obrigação.
domingo, 22 de Novembro de 2009
Simão Quer Acabar Carreira no BENFICA
Esta frase foi lida por milhares de fãs dos Massive Attack que esgotaram esta noite a sala do Campo Pequeno para o primeiro concerto da banda este ano em Portugal.
Na canção Inertia Creeps no fundo do palco passava em letras garrafais a frase que dá título a este texto e a reacção do público foi de euforia.
Num grande concerto a evocação a um grande jogador e ao melhor clube do mundo.
sábado, 21 de Novembro de 2009
Convocados Para Receber o Vitória
Defesas: Maxi Pereira, Miguel Vítor, Sidnei, David Luiz, Shaffer e César Peixoto;
Médios: Javi Garcia, Ruben Amorim, Ramires, Aimar, Felipe Menezes, Di María e Fábio Coentrão;
Avançados: Nuno Gomes, Saviola, Keirrison e Weldon.
Futsal: Benfica dá 8 a Croatas
O Clube das Conferências de Imprensa Inacreditáveis

Que são diferentes já nós sabemos porque os ouvimos dizer isto há anos. Mas eu acrescento que são originais. Nas últimas semanas os selectos vizinhos perderam a compostura e a noção do que andam a fazer.
Depois de uma tomada de posse aberta à imprensa em que se viu os novos dirigentes com cânticos anti benfiquistas das claques lags já de tudo um pouco se viu para aqueles lados.
As históricas conferências de imprensa de despedida de Paulo Bento, e dos outros responsáveis do futebol pareciam ter terminado para aqueles lados. Isto porque o novo treinador não teve direito a apresentação aos jornalistas, foi escondido num vídeo amador interno!
Mas agora aí está mais uma surpresa, mais uma inovação lag. Quando pensava que já tinha visto tudo eis que voltam as conferências de imprensa.
Três das dez ou onze claques que os lags têm resolvem aparecer juntinhas para dizer ao país que apoiam o seu treinador!
Contaram-me e eu não queria acreditar. Vi o vídeo e pensei que o Ricardo Araújo Pereira, o Quintela, e o Góis estavam muito bem disfarçados e que a rábula era fabulosa...
Mas afinal é mesmo verdade! Três representantes de claques tiveram direito a conferência de imprensa para mostrarem apoio ao novo treinador. Coitado do Carvalhal que , como se vê, é menos importante que as claques do clube. Ele grava um vídeo para se apresentar, as claques aparecem em conferência de imprensa!
Fabuloso.
Obrigado Sporting pelo fartote que tem sido este semestre.
sexta-feira, 20 de Novembro de 2009
Benfica goleou na UEFA Cup
O Benfica infligiu uma goleada (4-0) ao FC Màrlene no fecho da primeira jornada do Grupo B da Ronda de Elite da UEFA Cup em futsal, a decorrer até domingo no Pavilhão da Luz.
A resistência da formação holandesa foi quebrada aos 16 minutos, com Pedro Costa e Arnaldo a assinarem dois golos que fizeram mossa num opositor até então seguro a defender e exímio no contra-ataque, chegando a assustar aos 5 minutos, com Molkarai a rematar ao poste.Ainda a equipa holandesa não estava refeita dos dois golos separados por segundos e César Paulo elevou para 3-0 no minuto 17 e, a um minuto do intervalo, numa altura em que a equipa holandesa já tinha acumulado cinco faltas, José Maria fez o 4-0.
Após o intervalo, o Benfica manteve a pressão em toda a extensão do campo e não diminuiu a intensidade do jogo, presenciado por Rui Costa, director desportivo do futebol, e os jogadores Nuno Gomes e Ruben Amorim, além do seleccionador nacional de futsal, Orlando Duarte.
No entanto, apesar de continuar a rematar mais do que um adversário a aventurar-se pouco no ataque, o Benfica não logrou aumentar a vantagem.
Com o triunfo, a equipa portuguesa reparte a liderança com os russos do MFK Ekaterinburg, mas enquanto os russos, campeões europeus em 2007/08, marcaram somente dois golos no jogo de hoje frente ao MNK Potpican, o colectivo de André Lima regista mais dois.
A segunda jornada do Grupo B da Ronda de Elite da UEFA Cup, que apura apenas uma de quatro equipas para a "final-four", realiza-se esta sexta-feira.
A partir das 20h30 horas, o Benfica defronta os croatas do MNK Potpican, enquanto o MFK Ekaterinburg joga com o FC Màrlene, encontro com início às 16h00.








