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segunda-feira, 26 de abril de 2010

Reservado de Norte a Sul - actualização

Vidigueira:


Dragão:


Sardoal:


Évora (Alentejo):



Luso/Coimbra - (Beira Litoral)
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Benedita:


Beja (Alentejo):
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Oliveira do Hospital:


Bragança (Trás-os-Montes):
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Estarreja:


Leiria (Beira Litoral):
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Granja do Ulmeiro - Coimbra:


Castro Verde (Alentejo):
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terça-feira, 20 de abril de 2010

1 milhão com o Olhanense

Faltam 57.421 espectadores para bater marca inédita

segunda-feira, 19 de abril de 2010

quinta-feira, 15 de abril de 2010

É Isto!

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Orgulho


( foto do CUMS)

Ontem na chegada da equipa ao aeroporto estavam adeptos benfiquistas que fizeram questão de esperar pela equipa e agradecer a época europeia. Nuno Gomes foi dos mais sensibilizados com esta espera e agradeceu muito a presença de todos.
E eu também agradeço aos adeptos que foram ao aeroporto na hora da derrota apoiar a equipa. Nada a ver com outras esperas que aquele aeroporto já viveu com outra equipa da capital.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Pedagogia no Apoio Vocal à Equipa



Nestas alturas em que o nosso Benfica está em alta, já com uma taça conquistada e a caminho de mais importantes conquistas, os adeptos costumam aparecer em grande número na Luz ( esta época até tem sido uma constante desde o primeiro dia valha a verdade) e fora da Luz. A tendência é juntarem as suas vozes à dos sócios que formam o maior grupo de apoio à equipa. É bom e seria óptimo se fosse sempre assim.
No entanto há aqui um pormenor que eu queria ajudar a emendar. Naquele cântico que começa com um valente "OH Sport Lisboa..." e continua com um pedido de "Mostra a tua raça , o querer e ambição" há um acerto a fazer.

Pessoal, começa assim: "Oh Sport Lisboa (pausa) e Benfica, o Campeão". Como devem concordar é isto que faz sentido e não um "Oh Sport Lisboa (pausa) e o Benfica, o Campeão".
E o? Mas para que é o "o" antes de Benfica?! Estão a cantar por dois clubes diferentes?, o Sport Lisboa e o Benfica!? É só Sport Lisboa e Benfica, ok?
Vamos lá ensaiar:

E Benfica! Não custa nada.

E para acabar um desabafo pessoal. O nosso clube é o Benfica. Também conhecido por Sport Lisboa e Benfica, ou Glorioso, ou os "encarnados", ou clube da Luz, ou lampiões pelos infelizes invejosos rivais. Mas não lhe chamem de Benfas! Façam diminutivos parvos desses para os vossos animais de estimação ou para o(a)s vossos companheiro(a)s, ok? Benfas é, vamos lá, parvo.
E agora voltem a clicar no vídeo de cima para ensaiar mais uma vez.
Nunca mais é 5ª!

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

oNNda Vermelha Vista Pela Imprensa


Onda vermelha invadiu Alvalade
Mais de nove mil adeptos do Benfica em impressionante e incondicional apoio à equipa
A onda vermelha chegou ontem à noite a Alvalade, com mais de nove mil adeptos do Benfica a deslocarem-se ao reduto do rival para apoiar a equipa no derby que decidia a presença na final da Taça da Liga. A invasão encarnada foi de tal forma que, não raras vezes, ficou a sensação de que era os da Luz que jogavam em casa.

O clima de festa entre os apoiantes das águias foi intenso e constante, até porque o jogo desde cedo correu de feição às suas cores. Até deu para muitos olés, tal a diferença gritante ao nível da posse de bola, sobretudo na primeira meia hora da parte inicial: aos 12 minutos, por exemplo, era de 28 por cento do Sporting contra 72 do Benfica. E nem o golo de Liedson, que reduziu o marcador (1-2), silenciou a onda vermelha.

No segundo tempo, com os minutos a passarem e a vantagem mínima a manter-se e, mais tarde, a ser dilatada, não faltaram as habituais provocações aos leões, nomeadamente a Rui Patrício, que viu os benfiquistas gritarem o seu nome após bater para fora um pontapé de baliza.

Os adeptos chegaram a pedir «só mais um» ainda antes do golo de Cardozo e terminaram a gritar em coro pelo... Sporting.


in A Bola

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Até De Baixo de Água!

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Malheiro Acerta em Cheio. Com Violência!


(foto dedicada a Jorge Baptista)

Quanto custa a pele num jogo de bola? Nos recintos, salvo raras excepções, não custa nada. Na TV, salvo raras excepções, custa enormidades. A violência no desporto, pelos dias de hoje, é pouco mais do que uma falácia. É um produto televisivo, potenciado até à exaustão.

Meia dúzia de empurrões, outros tantos tabefes, duas ou três bocas mais arrevesadas, um foguete desvairado, está servido o argumento. Dizem os arautos da desgraça, com ar paternalista e faustoso, que a violência campeia nas arenas desportivas. Pedem protecção às criancinhas, socorro aos velhotes, resguardo às madames. Pedem para as claques quase o mesmo que Hitler para os judeus.

Pedem a renúncia de dirigentes, a queda de governantes. Pedem policiamento para… a polícia. Pedem tudo e até parece que pedem ao futebol para não ser futebol.

Os da bola, esses, pedem-lhes, encarecidamente, que vão palrar a outras freguesias. Pedem-lhes que deixem a bola em paz. Pedem-lhes que vão para as bolas que os pariram. Porque essa gente é uma praga, essa gente faz mal ao futebol.

Há quantos anos não há uma invasão num campo doméstico? Há um quarto de século, pasmem os desatentos. Claro que houve, entretanto, um very-light assassino. Claro que houve, apenas há dias, uma rixa inqualificável num Sporting-Benfica de juniores. Claro que há, haverá sempre, umas porradas nas estações de serviço e umas amolgadelas nos interiores e nas imediações dos estádios.

Violência no futebol? Antes, violência na TV. As televisões é que violentam o futebol com a violência com que tratam a violência. Violentam-nos. E a gente fica-se?

João Malheiro